sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Sentei-me em frente ao portátil e pousei a caneca com chá de camomila na secretária, no lado direito do portátil. Bebia um gole a cada aperto que sentia no estômago, enquanto confirmava que os últimos dois anos da minha vida têm sido um desperdício de neurónios perfeitamente capazes num curso impotente. E ainda falta um ano.